terça-feira, 29 de outubro de 2013
Onde estão as velas?
Uma mulher galesa vivia em um vale afastado no País de Gales. Foi muito difícil para ela conseguir que a energia elétrica fosse instalada em sua casa. A Companhia notou, depois de certo tempo, que ela usava muito pouco da energia agora disponível. Na realidade, o seu consumo era quase nenhum. Eles enviaram um técnico à residência daquela senhora para saber o motivo pelo qual a energia não estava sendo usada. Ao chegar ao local, o homem disse à senhora: "Nós temos checado o seu consumo. A senhora não tem usado a eletricidade?" "Oh, sim" ela respondeu. "Nós ligamos a energia todas as noites para poder encontrar e acender as nossas lamparinas. Depois nós desligamos novamente."
O rosto
Chesterfield, político inglês, escreveu: "Olhai o rosto da pessoa a quem falais, se lhe quereis conhecer os verdadeiros sentimentos, pois lhe é mais fácil dominar as palavras do que a fisionomia".
A sombra do pincél
Quando da dedicação da Igreja Memorial Judson em Nova lorque, o Dr. Edward Judson, disse o seguinte:
"O sofrimento e o sucesso caminham juntos. Se você está sendo bem sucedido sem sofrer, é porque outros, antes de você, sofreram; se você está sofrendo sem ver o sucesso, outros, depois de você, o obterão."
Bem-aventurados os que choram. Eles podem ser felizes porque sabem que sofrimento, aflição e privação são as dores de parto da nova criação e de um mundo melhor. Eles podem ser felizes porque o Supremo Artista, para produzir sua obra prima, usa a sombra do Seu pincel. Eles podem ainda se gloriar em suas lágrimas e cantar em honra da tristeza, porque sabem que na economia de Deus, se sofremos, também reinaremos com Ele.
"O sofrimento e o sucesso caminham juntos. Se você está sendo bem sucedido sem sofrer, é porque outros, antes de você, sofreram; se você está sofrendo sem ver o sucesso, outros, depois de você, o obterão."
Bem-aventurados os que choram. Eles podem ser felizes porque sabem que sofrimento, aflição e privação são as dores de parto da nova criação e de um mundo melhor. Eles podem ser felizes porque o Supremo Artista, para produzir sua obra prima, usa a sombra do Seu pincel. Eles podem ainda se gloriar em suas lágrimas e cantar em honra da tristeza, porque sabem que na economia de Deus, se sofremos, também reinaremos com Ele.
Ensina-me a orar
"Ó Senhor! Não sei o que te pedir. Só tu sabes do que eu preciso; e, sendo eu teu amigo, me amas mais do que poderia eu fazê-lo. Ó Senhor, dá-me a mim, teu filho, aquilo que, seja o que for, me seja útil. Não ouso pedir cruz ou flores, dificuldades ou confortos. Tão somente me ponho diante de ti. A ti abro meu coração. Vê minhas necessidades, pois eu mesmo as desconheço: vê e socorre de acordo com a tua misericórdia. Fere ou cura!Abate-me ou levanta-me. Quanto a mim, adoro todos os teus desígnios sem conhecê-los. Guardo silêncio, ofereço-me em sacrifício. Entrego-me a ti. Não tenho outro desejo senão fazer a tua vontade. Senhor, ensina-me a orar. Continua a habitar em mim por meio de teu Santo Espírito."
A vida é uma viagem
Um garoto viajava sozinho de trem, num dia quente. Os passageiros estavam em extremo desconforto. E o cenário também não era muito interessante, porque passavam pelo deserto do Arizona, nos EUA. Uma senhora sentada ao lado do garoto perguntou:
- Você não está cansado de viajar tanto?
O garoto sorriu e disse:
- Estou um pouco cansado, mas não tem problema não. Meu pai estará me esperando quando eu chegar a Los Angeles.
- Você não está cansado de viajar tanto?
O garoto sorriu e disse:
- Estou um pouco cansado, mas não tem problema não. Meu pai estará me esperando quando eu chegar a Los Angeles.
Estamos aqui para vencer
A batalha desenvolvia-se áspera e sangrenta. O ímpeto do ataque inimigo era avassalador. Aflito, o capitão apresentou-se ao comandante e gritou:
- General! É impossível continuar a luta; são muitos os soldados
inimigos! Jamais os venceremos!
- Capitão - respondeu, calma e friamente, o comandante -, não
estamos aqui para contar os inimigos e sim para vencê-los; e vamos
vencê-los!
- General! É impossível continuar a luta; são muitos os soldados
inimigos! Jamais os venceremos!
- Capitão - respondeu, calma e friamente, o comandante -, não
estamos aqui para contar os inimigos e sim para vencê-los; e vamos
vencê-los!
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Pegadas na Areias
Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e, através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o Outro era do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei, também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei, então, ao Senhor:
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e, através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o Outro era do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei, também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei, então, ao Senhor:
- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho; mas notei que, durante as maiores tribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas. Não compreendo por que nas horas em que eu mais necessitava de Ti me deixaste.
O Senhor me respondeu:
- Meu precioso filho, eu te amo e jamais te deixarei nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que Eu te carreguei nos braços.
Três Amigos
Há no Talmude a história de um judeu que tinha três amigos. Um dia, ele foi chamado ao tribunal a fim de defender-se de certas acusações. O judeu estava aterrado. Foi ter com três amigos, e pediu-lhes que o acompanhassem. O primeiro respondeu:
- Não, eu não farei nenhum bem em ir; nem a você nem a mim mesmo.
O segundo disse:
- Bem, é uma coisa muito perigosa estar ao seu lado. Talvez o imperador o acuse de alguma grande ofensa contra a lei. Se eu for visto com você, ele poderá pensar que tenho parte em sua culpa. Contudo, irei com você até à porta do tribunal.
E assim ele se dirigiu ao terceiro amigo, que lhe respondeu:
- Não tema, irei com você até à presença do imperador. Dir-lhe-ei que conheço você e tenho confiança em você, e não o deixarei enquanto você não for solto, como espero que há de ser. E assim o fiel amigo cumpriu sua promessa.
domingo, 27 de outubro de 2013
Vou morrer rico
Conta-se a história de um marinheiro que estava a bordo de um navio prestes a naufragar, carregado de ouro, nos tempos das conquistas espanholas. O comandante ordenara que todos os homens abandonassem o navio. Ao fazer ele a derradeira ronda para certificar-se de que ninguém seria deixado a bordo, encontrou um homem assentado sobre um barril de barras de ouro, e com outro aberto diante dele.
- Que está afinal fazendo aqui, homem? Não sabe que a embarcação
está afundando? - gritou o capitão.
- Sim, senhor - respondeu o homem. Mas não me importo. Fui um homem
pobre toda a minha vida, e pelo menos vou morrer rico.
- Que está afinal fazendo aqui, homem? Não sabe que a embarcação
está afundando? - gritou o capitão.
- Sim, senhor - respondeu o homem. Mas não me importo. Fui um homem
pobre toda a minha vida, e pelo menos vou morrer rico.
Apenas meia Hora
Certa manhã, às oito e vinte, um relógio da vitrina de um joalheiro parou por meia hora. Os passageiros perderam o trem, porque ao passarem junto ao mostruário do joalheiro, o relógio indicou que ainda faltavam vinte minutos para o trem das 8h 40min partir. As crianças chegaram tarde à escola. Quando viram a hora, acharam que ainda tinham quarenta minutos, e assim puseram-se a brincar. Empregados estenderam a conversa quando viram que faltava bastante tempo para a fábrica abrir, e chegaram atrasados.
Os habitantes daquela cidadezinha pouco imaginavam o quanto confiavam naquele relógio, até que foram por ele iludidos. Meia hora de atraso apenas foi suficiente para muita confusão na cidadezinha.
Os habitantes daquela cidadezinha pouco imaginavam o quanto confiavam naquele relógio, até que foram por ele iludidos. Meia hora de atraso apenas foi suficiente para muita confusão na cidadezinha.
Brilhe a vossa Luz
Um amigo contou-me que fora visitar um farol e dissera ao faroleiro:
- O senhor não se apavora de viver aqui? E terrível este lugar para se
permanecer nele!
- Não - respondeu o faroleiro. Não tenho medo. Aqui nunca pensamos
em nós mesmos.
- Como é isto!? Nunca pensam em si mesmos!?
- Nós sabemos que estamos perfeitamente seguros e cuidamos de ter as
nossas lâmpadas brilhando e nossos refletores bem limpos, de modo que
aqueles que se acharem em perigo, possam ser salvos.
- O senhor não se apavora de viver aqui? E terrível este lugar para se
permanecer nele!
- Não - respondeu o faroleiro. Não tenho medo. Aqui nunca pensamos
em nós mesmos.
- Como é isto!? Nunca pensam em si mesmos!?
- Nós sabemos que estamos perfeitamente seguros e cuidamos de ter as
nossas lâmpadas brilhando e nossos refletores bem limpos, de modo que
aqueles que se acharem em perigo, possam ser salvos.
Sacudindo a Areia
Um fazendeiro que lutava com muitas dificuldades possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o animal de lá.
O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação certificando-se de que o animal não se machucara. Mas, pela dificuldade e pelo alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate. Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo ali mesmo.
E assim, foi feito: os empregados, comandados pelo capataz começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o pobre e indefeso animal. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o cavalo se sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao animal ir subindo. Perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao seu dono na fazenda.
O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação certificando-se de que o animal não se machucara. Mas, pela dificuldade e pelo alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate. Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo ali mesmo.
E assim, foi feito: os empregados, comandados pelo capataz começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o pobre e indefeso animal. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o cavalo se sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao animal ir subindo. Perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao seu dono na fazenda.
Vende-se?
Um amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Seu Bilac, estou precisando vender meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?
Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortadas por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".
Meses depois, encontra o poeta o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!
- Seu Bilac, estou precisando vender meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?
Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortadas por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".
Meses depois, encontra o poeta o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!
Sempre Presente
Duas amigas voltaram a se encontrar depois de muitos anos de separação forçada. Uma delas continuava solteira, mas a outra havia se casado, era muito feliz ao lado do esposo e dos três filhos já crescidos. Depois de horas de reminiscências agradáveis, a amiga que chegou quis saber um pouco mais a respeito da vida pessoal da outra. Daí se justifica a pergunta aparentemente indiscreta:
- Mas, amiga, como aconteceu o seu casamento?
- De uma forma bastante curiosa e quase mágica! Tem até uma aparência de enredo de novela... - responde a amiga.
- Você me deixa curiosa... Dá pra contar os principais capítulos?
- É claro que sim. Eu aprecio falar daquelas experiências que me proporcionaram felicidade! Resumindo a coisa, foi mais ou menos assim:
Mudamos de bairro e dentro de algum tempo comecei a fazer novas e sólidas amizades. Entre elas estava a amizade de Otávio, o nosso mais próximo vizinho. Ele era militar e estava iniciando a carreira. Começamos a namorar. Meigo, equilibrado e seguro, ele conquistou a minha confiança e o meu amor.
Foram dias felizes aqueles que vivemos, podendo desfrutar da presença um do outro; mas, surgiu a sua transferência para extremo norte do país. Isso nos fez sofrer muito, mas ele partiu prometendo solenemente escrever-me todos os dias. Por longo tempo Otávio cumpriu com fidelidade o prometido.
Todas as manhãs eu me postava junto ao portão, à espera do carteiro. E com que emoção eram diariamente recebidas as suas cartas. Algumas longas, outras mais curtas, porém, todas cheias de juras de amor... esperanças no amanhã... saudades! Assim os dias passavam em desfile, formando semanas e depois meses; mas eu sempre esperava com o mesmo anseio pelas suas cartas.
Embora, como é natural, eu já houvesse me habituado com a ausência permanente do Otávio, e até já houvesse percebido que as cartas estavam ficando menos ardorosas, ainda assim gostava de esperar por elas! Agora eu achava muito agradável ouvir o comentário do carteiro, que ao entregar cada carta sempre acrescentava alguma frase como, por exemplo: 'Novas notícias... espero que sejam alvissareiras!' ou então: 'Chegou outra carta... desejo que a faça feliz!' E cada dia ele sempre juntava algumas palavras simpáticas, quando da entrega da carta."
Acontece que, dentro de pouco tempo, elas foram diminuindo, diminuindo e se tornando cada vez mais frias e rotineiras. O rumo das coisas mudou... Todavia, amiga, como vê estou casada, sou feliz e mãe coruja de três lindos filhos!
- Bem, de qualquer maneira o final com o Otávio foi feliz, pois se casaram, tiveram filhos... Se estou entendendo, casou-se com ele, não foi?
- Não. A distância conseguiu esfriar totalmente nosso relacionamento. Eu me casei com o carteiro, sempre presente...
- Mas, amiga, como aconteceu o seu casamento?
- De uma forma bastante curiosa e quase mágica! Tem até uma aparência de enredo de novela... - responde a amiga.
- Você me deixa curiosa... Dá pra contar os principais capítulos?
- É claro que sim. Eu aprecio falar daquelas experiências que me proporcionaram felicidade! Resumindo a coisa, foi mais ou menos assim:
Mudamos de bairro e dentro de algum tempo comecei a fazer novas e sólidas amizades. Entre elas estava a amizade de Otávio, o nosso mais próximo vizinho. Ele era militar e estava iniciando a carreira. Começamos a namorar. Meigo, equilibrado e seguro, ele conquistou a minha confiança e o meu amor.
Foram dias felizes aqueles que vivemos, podendo desfrutar da presença um do outro; mas, surgiu a sua transferência para extremo norte do país. Isso nos fez sofrer muito, mas ele partiu prometendo solenemente escrever-me todos os dias. Por longo tempo Otávio cumpriu com fidelidade o prometido.
Todas as manhãs eu me postava junto ao portão, à espera do carteiro. E com que emoção eram diariamente recebidas as suas cartas. Algumas longas, outras mais curtas, porém, todas cheias de juras de amor... esperanças no amanhã... saudades! Assim os dias passavam em desfile, formando semanas e depois meses; mas eu sempre esperava com o mesmo anseio pelas suas cartas.
Embora, como é natural, eu já houvesse me habituado com a ausência permanente do Otávio, e até já houvesse percebido que as cartas estavam ficando menos ardorosas, ainda assim gostava de esperar por elas! Agora eu achava muito agradável ouvir o comentário do carteiro, que ao entregar cada carta sempre acrescentava alguma frase como, por exemplo: 'Novas notícias... espero que sejam alvissareiras!' ou então: 'Chegou outra carta... desejo que a faça feliz!' E cada dia ele sempre juntava algumas palavras simpáticas, quando da entrega da carta."
Acontece que, dentro de pouco tempo, elas foram diminuindo, diminuindo e se tornando cada vez mais frias e rotineiras. O rumo das coisas mudou... Todavia, amiga, como vê estou casada, sou feliz e mãe coruja de três lindos filhos!
- Bem, de qualquer maneira o final com o Otávio foi feliz, pois se casaram, tiveram filhos... Se estou entendendo, casou-se com ele, não foi?
- Não. A distância conseguiu esfriar totalmente nosso relacionamento. Eu me casei com o carteiro, sempre presente...
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