quinta-feira, 7 de julho de 2016

Desenvolvimento através das lutas

Um homem observava uma grande borboleta tropical lutando para livrar-se do seu casulo. Achando triste a situação do bichinho, o homem tomou o seu canivete e cortou os fios, libertando-o com a maior facilidade. Mas faltava à borboleta todas as suas brilhantes cores. Para ter as asas lindamente coloridas, era-lhe necessário lutar e fazer exercício.
 
As lindas cores da alma humana são adquiridas também por meio de lutas e vitórias sobre provas e tentações.

Duzentas Ilustrações - Livro 1
Edgar Hallock - Casa Publicadora Batista

A vida que alegra a outros


"Toda a caridade feita ao próximo é mais um passo para perto da vida de Cristo".
O grande missionário Hudson Taylor disse: "Se és um filho de Deus, a tua vida no lar revelará. Se és crente verdadeiro, e se teu pai, tua mãe, tua irmã, teu irmão, e se até e gato e o cachorro em tua casa não são melhores e mais felizes por causa da tua vida cristã, então há uma dúvida quanto à tua crença em Cristo".
Duzentas Ilustrações - Livro 1
Edgar Hallock - Casa Publicadora Batista

Benefícios do Conhecimento

Certo fazendeiro convidou quatro estudantes para passarem as férias na sua fazenda. Os quatro jovens, aceitando o convite, para lá se dirigiram pouco depois.

A propriedade achava-se localizada num vale pitoresco e era banhada por um pequeno rio, com lindas quedas e correntezas. O fazendeiro disse aos jovens que tudo o que encontrassem, nos vales ou nos campos, se fosse do agrado deles, poderiam levar como lembrança.

O primeiro, depois de verificar a paisagem exclamou: "Estou desiludido!" Estas campinas não têm valor algum, nem possuem nada que se possa apiedar.

O segundo, sendo artista, dispôs-se a apreciar as belezas naturais, pintando belos quadros.

O terceiro, que era botânico, deleitou-se em procurar orquídeas pouco comuns e plantas raras: descobriu mesmo várias espécies que, até então, lhe eram desconhecidas. Ofereceu algumas ao seu hospedeiro e levou outras para a sua preciosa coleção.

O quarto jovem, estudante de geologia, percorrendo a margem do rio, examinou a areia e as pedras, e descobriu ricos filões de ouro.

Cada um deles achou o que procurava, conforme sua capacidade. Esforcemo-nos para adquirir conhecimento. Só é feliz quem sabe apreciar a natureza e todos os dons com que Deus nos presenteou.
 
Duzentas Ilustrações - Livro 1
Edgar Hallock - Casa Publicadora Batista
 
 

Um cego que via

E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada". Ap 21.23

Durante o seu ministério público, Jesus curou uns poucos cegos e aleijados. Hoje em dia, inspirados pela sua obra, os homens já conseguiram curar milhares de cegos em toda a parte do mundo onde a influência do cristianismo já penetrou.

Os cegos que não podem ter sua vista restituída terão luz intelectual por meio de livros impressos em tipo Braille. Uma missionária à Coréia conta-nos a história de um cego que andou de sua vila até onde soube que havia uma escola para cegos, quinhentos quilômetros a pé.

Empoeirado, cansado, este cego chegou à nossa porta e vi no seu rosto desfigurado a aspiração por um mundo melhor. Havia no seu rosto uma alegria perfeita e permanente.

Dizia ela: "Só vendo o sorriso dele, quieto, pensativo, atento, parecendo ver ao longe. Seus olhos físicos nada viam, mas a visão do além, não lhe era impedida. Sim, ele via aquele mundo onde não há luz do sol, porque Deus é a luz pela qual os homens vêem. Este mundo ele via!"
 
Duzentas Ilustrações - Livro 1
Edgar Hallock - Casa Publicadora Batista

terça-feira, 5 de julho de 2016

Amor pelas ovelhas

Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz; e o teu juízo, como o meio-dia (Sl 37.5,6).

O pastor Lázaro* conta como aprendeu uma lição ao ser enviado a uma congregação a fim de proceder a substituição do obreiro: 

Havia a preocupação de o dirigente resistir e não querer entregar a igreja. Quando cheguei, os membros supostamente queixosos já me procuraram dizendo: - Então, hoje o homem sai!?

Embora tivesse levado o candidato para a posse, achei melhor ouvir os irmãos que desejavam a saída do obreiro, e depois ouvi-lo também. Todos aqueles irmãos que se levantaram proferiram palavras duras contra o dirigente, mas não havia coisa alguma que desabonasse sua conduta. Ele era simplesmente menos culto do que eles. Quando passei a oportunidade ao obreiro, ele me disse:

- Pastor, não me oponho em entregar a liderança da congregação, mas o que tenho a dizer é que eu amo muito esses irmãos porque os vi levantar as mãos entregando suas vidas a Jesus, e cuidei deles até agora. Não existem motivos para odiá-los. Quero pedir ao meu sucessor que zele por eles e ame-os como eu os amo. 

E, curvando-se sobre o púlpito, soluçava e derramava lágrimas. Simultaneamente, toda a igreja chorava, e numa só voz disse:

- Não queremos mais a saída de nosso irmão. Queremos continuar desfrutando deste amor sincero.

Eles pediram perdão pelo que haviam feito. 

O obreiro perdoou a todos e continuou dirigindo a congregação."

*Pr. Lázaro Benedito Alves, revista Obreiro, fev/1999)

Ilustrações para enriquecer sua mensagem
Antônio Mesquita - CPAD